Ceará perde em casa para o Internacional e se complica na reta final do Brasileirão

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O Ceará voltou a decepcionar sua torcida ao perder por 2 a 1 para o Internacional, nesta quinta-feira (20/11), na Arena Castelão, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo jogando diante de seu público e com chances claras de pontuar, o Alvinegro saiu derrotado em um duelo marcado por expulsão precoce, falhas defensivas e perda de controle na parte final da partida.

Com o revés, o Ceará estaciona nos 42 pontos, permanece em 14º lugar e se vê novamente pressionado na tabela, já que rivais diretos na luta contra o rebaixamento começam a encostar. A derrota deixa o time sem margem para erros nos últimos compromissos da competição.

O jogo começou a desandar cedo para o Alvinegro. Logo aos cinco minutos, o meia Vina foi expulso após revisão do VAR por entrada perigosa em Luis Otávio, deixando o Ceará com um jogador a menos praticamente durante toda a partida. Mesmo assim, o time da casa tentou reagir e quase marcou em um contra-ataque aos 27 minutos, quando Pedro Henrique finalizou e só não abriu o placar porque Vitão salvou em cima da linha.

Com dificuldades para reter a bola e sofrendo pressão constante, o Ceará resistiu até o intervalo, sustentando o 0 a 0 apesar das investidas do Inter.

No segundo tempo, porém, a resistência não durou muito. Aos 31 minutos, Vitinho aproveitou cruzamento de Braian Aguirre e colocou o Internacional em vantagem. O empate do Ceará surgiu quase por acaso: aos 35, em escanteio de Fabiano, o jovem Ricardo Mathias desviou contra a própria meta e devolveu esperança ao time alvinegro.

Mas o alívio durou pouco. Aos 42 minutos, o próprio Ricardo Mathias se redimiu, recebeu passe de Alan Patrick e fez o gol da vitória colorada, silenciando o Castelão. O Ceará ainda tentou reagir nos acréscimos, mas não teve organização nem força para buscar o empate.

A derrota acendeu o alerta na reta final do Brasileirão. Com desempenho irregular e oscilação constante, o Ceará agora precisa pontuar de forma urgente para evitar que a crise vire ameaça real de queda.