
Candidata ao Senado Federal, Kamila Cardoso (Avante) destacou neste sábado (24), durante entrevista à Rádio Poty que, se eleita, pretende atuar com independência dentro da casa legislativa. Concorrendo pela segunda vez a um cargo eletivo, ela destacou que “não entrou na política por uma ideologia partidária” e sim para defender bandeiras.
Na oportunidade, Kamila citou ainda que “defende os valores da família” e é “contra o aborto”. “A gente precisa ter uma representatividade feminina, eu luto pelo social”, disse. Ela, por sua vez, defendeu que, caso eleita, priorizará pautas que já milita como advogada, como por exemplo a defesa das pessoas com deficiência.
“Sou mãe do Caio, que tem paralisia e é transplantado. Desta forma, pretendi trazer para o Senado a propriedade de uma situação que vivencio diariamente. Temos a necessidade de levar ‘esse olhar de cuidado, de acolhimento, materno’ sobre a Saúde para o legislativo federal”, destacou.
A candidata falou ainda a respeito da governadora Izolda Cela (sem partido) que não irá concorrer à reeleição após disputa interna do PDT que resultou no lançamento da candidatura ao Governo do Ceará do ex-prefeito Roberto Cláudio.
“A questão do gênero feminino nunca foi tão debatida na nossa política como nessa eleição. Começou com a nossa governadora, cujo objetivo era disputar a reeleição, porém teve esse direito retirado”, afirmou.
“Somos a maioria do eleitorado, mulher vota em mulher, sim. Entrar na política é um desafio grande. Eu sou uma mulher comum, eu nunca tive ninguém da familia na política. Quando você se coloca à disposição o jogo é duro”, pontuou Kamila, enaltecendo também a a participação da mulher na política.
Ao término de sua participação, a candidata reforçou que o principal desafio durante essa campanha eleitoral é apresentar a candidatura ao Senado em todo o Estado. “A grande missão é que todo o povo do Ceará conheça a Kamila. Tenho fé que o jogo ainda não está ganho e podemos sim ter uma vitória no dia 02 de outubro”, concluiu.
Com informações da Redação
