Ceará registrou mortes por chikungunya e mais de 37 mil casos confirmados da doença em 2022

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A alta incidência de chikungunya no Ceará em 2022 já resultou na morte de 28 pessoas infectadas pelo vírus, entre janeiro e agosto. No mesmo período do ano passado, nenhum cearense havia morrido pela arbovirose.

A cidade com mais vítimas da doença é Fortaleza, que concentra 13 das mortes. O município de Juazeiro do Norte aparece em segundo lugar, com 7 óbitos; seguido de Barbalha, com 4; Boa Viagem, Pedra Branca, Mombaça e Nova Olinda, com 1 morte cada.

Os dados são da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), e mostram ainda que, até o dia 27 de agosto deste ano, mais de 37 mil casos de chikungunya foram confirmados no Ceará.

Além da chikungunya, outra arbovirose já causou mortes no Ceará, neste ano: a dengue. De acordo com dados da Sesa, 13 pessoas morreram pela doença no Estado, de janeiro a agosto, período em que 31 mil casos foram confirmados.

Vale pontuar que o tratamento da chikungunya é feito de acordo com os sintomas, como aponta o Ministério da Saúde (MS). Até o momento, não há medicamento específico para o vírus.

Confira os principais sintomas da chikungunya:

  • Febre;
  • Dores intensas nas articulações;
  • Dor nas costas;
  • Dores pelo corpo;
  • Erupção avermelhada na pele;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Dor de garganta;
  • Calafrios;
  • Diarreia e/ou dor abdominal (mais presentes em crianças)

Com informações da Redação